Obra da Ponte do Futuro avança com cravação de estacas; entrega está prevista para 2026

A empresa responsável pela construção da Ponte do Futuro, que interligará os municípios de Cabedelo, Lucena e Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa, deu início ao processo de cravação das estacas que servirão como base para a estrutura. A obra, considerada uma das maiores da história da Paraíba, terá mais de dois quilômetros de extensão.

Na manhã desta quinta-feira (27), o governador João Azevêdo (PSB) realizou uma vistoria no local e reafirmou a previsão de entrega da ponte para o próximo ano. “Essa é uma obra que exige uma performance muito grande. São 122 estacas cravadas, a maioria dentro da água, o que exige uma empresa experiente. Espero que o prazo seja cumprido para que possamos concluir e entregar até o final de 2026”, declarou o governador.

O diretor de planejamento do Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER-PB), José Arnaldo, informou que a fase de cravação das estacas deve ser concluída até outubro deste ano. “Agora, a empresa vai subindo a estaca e construindo a ponte ao mesmo tempo. O avanço acontecerá em duas frentes, com uma equipe trabalhando de cada lado do rio, entre Lucena e Santa Rita”, explicou.

Obra histórica para a Paraíba

O diretor-superintendente do DER-PB, Carlos Pereira, destacou a importância da construção da Ponte do Futuro e da conclusão do Arco Metropolitano de João Pessoa, que ligará as BRs 101 e 230. Segundo ele, essas obras serão fundamentais para a mobilidade na região.

“Essa é a maior obra da história da Paraíba. Um sonho que muitos tiveram e que João Azevêdo está transformando em realidade. A ponte terá dois quilômetros de extensão, um investimento de quase meio bilhão de reais, totalmente com recursos próprios do estado, sem empréstimos. Isso garantirá uma grande economia e um impacto positivo para o trânsito da Região Metropolitana”, afirmou.

O que significa a cravação de estacas?

A cravação de estacas é um processo essencial na construção de pontes e outras grandes estruturas. Consiste na fixação de pilares no solo para garantir a estabilidade da obra, especialmente em áreas com presença de água. No caso da Ponte do Futuro, esse processo envolve 122 estacas, que servirão de base para sustentar a estrutura ao longo do rio.

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Rômulo Teodorico

Rômulo Teodorico é jornalista formado pela UFPB, com ampla experiência em assessoria parlamentar e institucional. Fundador do portal Paraíba Atualiza, dedica-se à comunicação regional com foco em credibilidade e informação de qualidade.